DADOS DO TRABALHO
MARCOS ANTONIO FERREIRA
RELEITURA: UM OLHAR CONTEMPORÂNEO SOBRE A PINTURA LONDRINENSE , DE 1985 A 2009.
ÁREA – HUMANAS
CATEGORIA – TCC
INSTITUIÇÃO- UNIVERSIDADE NORTE DO PARANÁ
CURSO- ARTES VISUAIS
O TURNO E A FORMA DE APRESENTAÇÃO
-COMUNICAÇÃO - ORAL
-TURNO DE APRESENTAÇÃO – NOTURNO
TÍTULO
RELEITURA: UM OLHAR CONTEMPORÂNEO SOBRE A PINTURA LONDRINENSE , DE 1985 A 2009.
PALAVRAS CHAVES
Londrina; releitura, Museu de Arte, Pintura Digital.
INTRODUÇÃO
Com o intuito de levantar os movimentos artísticos brasileiros, verificando os relacionamentos existentes entre eles, e o papel do artista diante da atualização do patrimônio histórico, e das impressões de cada artista em suas obras.
OBJETIVO
Analisar e realizar levantamentos referentes aos artistas londrinenses que retrataram a cidade de londrina por intermédio de ilustrações e pinturas, de forma que se possam evidenciar suas telas, resgatando as obras artísticas da cidade de Londrina por meio de levantamentos bibliográficos, de ilustrações e pinturas que estes artistas realizaram.
MATERIAL E MÉTODOS
Para a realização deste artigo, foi feito um levantamento bibliográfico sobre o tema, pautada na coleta de informações, onde se buscou, pelas temáticas que envolvem o respectivo assunto que foi abordado.
As referidas informações bem como as obras que retrataram determinados pontos específicos da cidade e por meio da informação coletadas junto ao acervo do Museu de Arte de Londrina, construído entre os meados de 1948 e 1952, Foto Clube de Londrina Secretaria de Cultura de Londrina, Museu Histórico de Londrina, Universidade Estadual de Londrina, envolvendo os demais processos culturais.
A ilustração figurativa representa algo material, sendo utilizada para acompanhar e explicar e acrescentar informações.
O referido termo figurativismo, é ainda utilizado, a desenhos e pinturas, comuns em jornais e revistas. Existindo ainda em ilustrações, independentes de seus textos onde, a própria ilustração passa a ser a informação principal.
RESULTADOS E DISCUSSÕES
A partir das leituras anteriores serão, então apresentadas as obras dos artistas londrinenses em ordem cronológica.Em 1982, Fernando Bastos pintou à óleo a tela , Cidade Londrina na qual expressou sua visão da cidade, que cresce rumo ao céu em concreto armado. Conceição Garcia retratou a imagem da entrada do Teatro Zaqueu de Mello em 2008, dando ênfase a detalhes de sua fachada e a grade de entrda detalhadamente trabalhada. João Gonçalves, pintou em 2009, uma Londrina que em sua modernidade não se esquecia do seu passado, relembrando dos colonos e do café que originaram esta cidade.Nani Ferrari, pintou em 2009 o Museu de Arte de Londrina retratando e evidenciando as curvas existentes em seu telhado em cores claras bem como a vegetação, que acaba se contrastando com a arquitetura existente.
CONCLUSÃO
Nas diversas formas de expressão e da utilização, de técnicas de pinturas vieram à proporcionar o prazer humano em expressar-se através de sentimentos e de manifestar estes desejos. A criação de um mundo próprio fascina e ao mesmo tempo instiga. Pois desejarmos um aprimoramento de nossos conhecimentos. Utilizando de linguagens próprias em suas respectivas obras, com resultados, à partir do momento da criação,o que virá a seguir caberá a cada indivíduo em particular analisa-la.
REFERÊNCIAS – 100 A 1000 CARACTERES
AMARAL, Aracy. Introdução de Artes Plásticas na Semana de 22. São Paulo: Perspectiva/Editora da USP, 1972
ANDRADE, Rodrigo M. F. de. Prefácio à obra de Del Negro, Carlos. Contribuição ao Estudo da Pintura Mineira. Rio de Janeiro: IPHAN, 1958.
ARGAN, Giulio Carlo. Arte moderna. Tradução Denise Bottmann e Federico Carotti. Prefácio Rodrigo Naves. São Paulo: Cia. das Letras, 1993. 709 p. il p&b. color.
ARGAN, Giulio Carlo. História da arte italiana v.1: da antigüidade a duccio. Prefácio Lorenzo Mammì; tradução Wilma de Katinszky. São Paulo: Cosac & Naify, 2003. p. 472, il. p&b color.
BATISTA, Marta Rossetti. Anita Malfatti no tempo e no espaço. São Paulo: IBM Brasil, 1985.
CAVALCANTI, Emiliano di. Viagem de minha vida. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1955. p. 108.